Quem disse que os santos à porta não fazem milagres?
O meu nome é Vera, 35 anos e muito bem casada. Sou assistente social e o meu marido motorista internacional de pesados o que faz com que tenha alguns períodos de ausência, os quais são ultrapassados com maior ou menor dificuldade. Estes períodos, ao contrário do que possam pensar, até são muito bons para a relação porque como costumo dizer quando estamos juntos estamos em constante lua de mel, mas às vezes a ausência custa e muito, como era agora o caso em que o Rui estava para a Rússia e já não tinha o abraço daqueles braços fazia três semanas e ainda faltava outra.
Moramos num 3º andar de uma zona calma da região centro e eu estava a gozar uns dias de férias que foram aproveitados para fazer uma limpeza geral no apartamento. Estávamos em junho e a temperatura estava excelente o que proporcionava que andasse apenas de tshirt e uns calções de ganga.
Andava eu de volta das varandas, de mangueira na mão, quando reparei no olhar atento do meu vizinho que estava na varanda ao lado a tomar café, ao princípio não liguei mas passado algum tempo verifiquei que estava com a tshirt molhada e como não trazia sutiã as minhas auréolas estavam visíveis de forma bem vincada o que fazia com que o café do vizinho se prolongasse, naquela altura uma estranha sensação invadiu-me o corpo fazendo com a humidade passasse para outras zonas. Paulo, assim se chamava o meu vizinho, era um homem divorciado, na casa dos quarenta e era uma pessoa bastante interessante embora nunca me tenha despertado quaisquer outros sentimentos que não os de uma vizinhança normal e respeitosa. Mas a ausência de três semanas de Rui tem efeitos devastadores. Depois de limpas as varandas, sempre sob o olhar atento de Paulo, foi tempo de passar para dentro de casa. Quando faço este tipo de trabalho, faço mesmo, mas naquela altura e ao tentar arredar o móvel da sala constatei que sozinha não seria fácil, decidi então socorrer-me da ajuda de Paulo que ainda na varanda se aprontou de imediato a ajudar-me, não o devia ter convidado...
Passados poucos minutos tocaram à campaínha, fui abrir, era Paulo que ao entrar poisou de imediato o seu olhar nas minhas mamas que como já tinha referido estavam bem à mostra apenas tapadas pela tshirt molhada, nem me lembrei desse pormenor, agora já não iria a tempo. Fomos então arredar o móvel da sala e aproveitando a presença de Paulo decidi afastar todos os movéis que não conseguiria fazer sozinha. A presença de Paulo, a ausência de Rui e a tesão que me assolava eram fatores que juntos só poderiam dar asneira, ou não.
A cozinha não era enorme e depois de arredados os eletrodomésticos ficou ainda mais atravancada o que a dada altura fez com que ao passar por Paulo fosse obrigada a roçar-me nele e com a sua falta de colaboração, porque não se afastou um milimetro, não pude deixar de sentir a tesão daquele pau. Meu Deus! Sem pensar deito a mão aquela tesão, mesmo por cima das calças e a minha cona encheu-se de humidade quase de imediato, Paulo por trás de mim envolveu-me de imediato poisando as suas mãos nas minhas tetas frias mas cheias de tesão. Sem sequer trocarmos uma palavra fui sentada na mesa e de forma quase sofrega as minhas mamas, pescoço e sei lá mais o quê foram chupados de uma forma que quase fizeram com que me viesse mesmo ali. Saltei da mesa e peguei na mão de Paulo e encaminhamo-nos para o quarto, uma vez lá fui atirada para cima da cama já sem tshirt e os meus calções foram arrancados de forma animalesca deixando a minha ratinha exposta de forma indefesa. Paulo ajoelhou-se fazendo-me um sublime minete que me levou de imediato à loucura, esporrei-me que nem uma louca, a falta de homem é terrível. Tinha chegado a hora de retribuir aquele grande favor, abri a braguilha expondo aquele belo pau já completamente teso e de imediato levei-o à boca de forma que Paulo quase se desiquilibrou. Depois de bem chupado e com aquela cabeça toda reluzente, deitei-o e subi para cima dele enfiando-o todo dentro de mim quase me fazendo vir outra vez. Paulo estava também a ficar doido de tesão e pediu-me para me comer de quatro porque assim controlaria melhor os movimentos, aceitei de imediato pois é uma das formas que gosto mais de ser comida. Mal me introduziu aquele pau por tráz fez-me logo vir de forma ainda mais violenta, adoro ser comida de quatro, adoro!
Assim que me esporrei, deixei-me cair na cama e Paulo abeirou-se de mim com um sorriso nos lábios e apontando-me aquela piça aos meus lábios. Ok, entendi a mensagem, deitei-o na cama e de imediato meus lábios tocaram aquela fantástica cabeça. Paulo estava a perder o controlo e às tantas sinto aquele membro a estremecer e sem me avisar o sua esporra começou a saltar em jatos que me encheram os lábios e as tetas de leite quentinho! Que maravilha!
Ficámos alguns instantes deitados a recuper forças, depois Paulo voltou à sua casa, mas de tarde ainda voltou para mais uma ajuda!