Olá, hoje venho contar-vos um episódio que aconteceu em dezembro.
Eram cerca de 9 horas quando saímos para o trabalho e já no caminho e antes de entrar na autoestrada verifiquei que me tinha esquecido da carteira em casa. Fiz inversão de marcha e voltei a casa. Ao chegar verifiquei que os estores estavam levantados, sinal que a Clara, nossa empregada, já se encontrava a trabalhar, já agora importa referir que é uma mulher muito interessante com cerca de 30 anos e dona de um corpo invejável, um pouco à semelhança de Ana, a minha mulher.
Ao abrir a porta pareceu-me ouvir uns gemidos vindos do andar de cima o que associei à minha mente perversa, desloquei-me à sala para ir buscar a carteira e ouvi outro gemido, tinha que ser real. Pé ante pé, subi as escadas sem fazer barulho e qual não é o meu espanto, vejo Clara em cima da nossa cama a brincar com um dos vibradores da Ana. Meu Deus, uma imagem surreal que teve o efeito de me levantar de imediato. Não quis interromper tão sublime momento e fiquei à porta a espreitar ao mesmo tempo que abria o fecho da calças e me começava a tocar. Era notório o grau de excitação de Clara que não tardaria a atingir o orgasmo. De repente vejo Clara a contorcer-se e a gemer de uma forma que não deixava dúvidas que se estava a atingir o auge, deixei-me ficar a mexer no meu pénis quando de repente ela olhou para a porta e me viu encostado à ombreira da porta. Se ainda à pouco tinha estremecido de prazer agora estremecia de susto, entrei acalmando-a, dizendo que estava tudo bem, mas de pau feito e de fora das calças. Sentei-me ao lado dela, passando um braço pelos seus ombros tranquilizando-a ao mesmo tempo que a minha tesão aumentava com o contacto com aquele corpo. Depois de mais tranquila e vendo-me naquele estado e sem dizer uma única palavra, Clara começa a passar a língua no meu membro quase me levando à loucura.
Chupou-me de tal forma que percebeu que caso continuasse eu não aguentaria muito mais. Parou, voltando-se para mim de quatro fazendo-me um convite para entrar nela que eu obviamente não podia recusar. Enfiei-me nela que estava toda húmida, e aquela humidade junto com a visão priviligiada daquele rabo empinado iam levar-me ao orgasmo. Parei, metendo-a de barriga para o ar e anichando a minha cabeça junto à suas pernas comecei a lambê-la ao mesmo tempo que a mordiscava fazendo com que atingisse de novo o climax. Eram mais que horas de estar a trabalhar, então sem a deixar levantar passei uma perna para cada lado como se me sentasse em cima dela junto aquelas mamas divinais. Clara ao ver-me naquela posição anteviu o que eu queria e colocou o meu membro todo dentro da sua boca enquanto as suas mãos percorriam as minhas costas, arranhando-me.
Não aguentei e enchi-lhe aquela boca toda com o meu êxtase.
Ainda fui tomar um banho deixando Clara entregue às suas funções e fui trabalhar, desejando que as horas passassem depressa para por Ana ao corrente do que se tinha passado.