Nesta altura crítica que passamos a opção é ficar em casa. Mesmo com tanta tecnologia ao nosso dispor nunca pensei que fosse tão díficil manter este isolamento social. A minha empresa desde o dia 13 que nos aconselhou a ficarmos de quarentena portanto já lá vão 5 dias sem descer o elevador e começo a sentir falta do contacto social, afinal somos seres que precisamos de contacto.
Mas vamos ao que tenho para vos contar. Ontem esteve um dia muito agradável e estava na minha varanda a beber um café recostada na espreguiçadeira quando dei conta que na varanda ao lado estava o meu vizinho. Com o stress que vivemos hoje em dia confesso que nem o conhecia muito bem, sabia apenas que era um casal de trinta e poucos anos, discretos e apenas teremos falado meia duzia de vezes. Ao perceber que estava ali acabei por meter conversa, saber se estava tudo bem e percebi que não era a unica a precisar de falar com alguém. Depois desta conversa de circunstância deixei no ar um convite para tomar um café face to face ao que acedeu, fui então abrir a porta nem pensando que estava apenas com uma tshirt e com uns calções de ganga curtos que tinha aproveitado de umas calças.
Rodrigo, assim se chama o meu vizinho, é um homem perfeitamente normal, nada de top model, mas não deixa de ser uma figura agradável. Convidei-o a entrar e foi para a varanda enquanto eu tirava os cafés. Quando entrou reparei que me olhou de alto a baixo o que me provocou um arrepio na pele. Conversa puxa conversa e fiquei a saber que estava num processo de separação ainda muito recente. Sentados nas espeguiçadeiras comecei a notar que os seus olhos não conseguiam desviar o olhar das minhas pernas e percebi que os calções deixavam ver a minha tanga preta. Tanto dias sem ninguém e aquele sol a acariciar-me a minha mente começou a ir para caminhos libidinosos mas nada fiz para a contrariar. Depois de bebermos um café, Rodrigo ia puxar por um cigarro mas verificou que os tinha deixado em casa e levantou-se para os ir buscar e ao faze-lo notei o volume que a sua braguilha mostrava. Meu Deus, aquilo ia dar asneira, rsrs.
Tambem eu já não conseguia esconder a tesão que me subia pelo corpo e comecei a sentir-me molhada. Quando regressou, Rodrigo, vinha ainda com mais tesão e se depressa o pensei mais depressa o fiz. Ao estar de pé junto a mim enquanto acendia o cigarro deito-lhe a mão às calças sentindo aquele pau todo teso. Ele ficou surpreendido mas não recuou nem um passo, abri-lhe o fecho e de lá de dentro saiu um pau completamente teso. Olhámos um para o outro sorrindo e levei aquele mastro à minha boca, tocando-lhe ao de leve com os lábios até o fazer soltar uma gota de excitação. A manhã prometia e muito.
Fomos para dentro e mal entrámos já a mão dele me apalpava as mamas enquanto a outra atestava a minha humidade, hummm, quase que me vinha de imediato. Caímos no sofá e depressa me arrancou os calções tocando-me com a lingua e aí sim não consegui evitar e esporrei-me como já não fazia há muito tempo. Mal tinha recuperado já sentia aquele pau a querer entrar em mim, não me fiz rogada e abri as pernas facilitando a introdução. A necessidade e a tesão eram tantas que em poucos minutos já me tinha vindo mais duas vezes fazendo com que as minhas pernas ficassem todas encharcadas. Rodrigo também estava doido e meteu-me de quatro comendo-me com uma vontade louca, sentir aquele pau a entrar todo em mim, não sei como vos descrever e mais uma vez lhe enchi aquela piça de leite. Não aguentei mais e deixei-me cair sobre o sofá, quando abri os olhos tinha à minha frente aquele membro a pedir-me que o chupasse todo, assim o fiz e não demorou muito para ter a boca cheia de leite. Tão bom...
Para finalizar referir que depois de jantar a campaínha tocou e a cena repetiu-se! Parece que a quarentena vai ser menos dolorosa que o perspetivado.