Naquela manhã gelada, estava eu de folga e, resolvi encomendar lenha para a minha lareira uma vez que ainda este ano não o tinha feito e com as temperaturas que estão adoro ficar sentada no sofá, de lareira acesa e na companhia de um bom filme.
Depois de uma breve pesquisa na net lá encontrei alguém que se aprontou vir trazer-me uma carrada ainda da parte da manhã. Moro num sítio um pouco isolado, sem vizinhos por muito perto o que faz com que ande quase sempre à vontade por casa, embora o à vontade nestes dias não dispense um bom e quente pijaminha.
Eram cerca de 11h quando o telefone toca e do outro lado surge uma voz rouca, capaz de provocar um arrepio na alma, era o homem da lenha a perguntar o local exato. Não demorou cinco minutos a chegar à minha casa o que fez com que não tivesse tempo para me apresentar de outra forma, abri o enorme portão e ele entrou com a carrinha. Tinha um aspeto bastanta atraente, alto de ombros largos, cabelo quase rapado, teria cerca de 30 anos, naquela altura senti em mim um tremor esquisito, talvez fosse de ver a lenha!
Perguntou onde eu queria arrumar a referida lenha. Indiquei o local e os dois começámos a retirar as cavacas da camioneta mesmo com ele a dizer que fazia esse trabalho sozinho. Insisti em ajudar e reparei que o homem me deitava um olhar algo lascivo o que me fez ficar realmente excitada e como só trazia vestida a camisola do pijama foi impossível esconder o aparecimento dos bicos das minhas mamas. Enquanto arrumávamos a lenha numa pequena arrecadação que tenho para o efeito ele aproveitou para roçar-se em mim duas ou três vezes enquanto nos cruzávamos à porta da arrecadação. Nessa altura já a minha cona estava toda encharcada e pareceu-me também que já nas calças dele se notava uma evidente proeminência.
Quando estávamos a acabar eu disse-lhe que aqueles paus iam já para o cesto para irem diretamente para perto da lareira e ele de imediato se aprontou para me ajudar a levar o cesto para dentro ao que aceitei de bom grado. Poisámos o cesto e eu fui compô-lo para o local onde o queria, o que fez com que me debruçasse, empinando o rabo. Nessa altura e assim de repente senti aquela mão por trás tocando-me toda, mesmo por cima do pijama, ia desfalecendo. Sem trocármos uma palavra, viro-me para ele, abraçamo-nos e as nossas línguas tocam-se num beijo profundo e húmido. As calças do pijama deslizaram pelas minhas pernas e aqueles dedos compridos e grossos tocaram os meus lábios quase fazendo com que me viesse toda, retribuí aquele toque pondo-me de joelhos em frente a ele, desapertei-lhe as calças e meti aquele membro bastante generoso na minha boca, vingando-me também, quase levando-o à loucura. Fui agarrada pelos braços e atirada para cima do sofá, virou-me de costas para ele e penetrou-me por tráz enquanto me apalpava os bicos, não resisti e gozei que nem uma louca. Demorei alguns segundos a recuperar, virei-me de frente para ele abrindo as pernas, convidando-o a entrar dentro de mim o que ele fez sem reclamar, mais uma vez atingi o orgasmo em pouco tempo. O homem cada vez estava mais descontrolado e ao sentir que iria gozar dentro de mim, saio debaixo dele e agarro aquele mastro em toda a sua plenitude e meto-o na boca, beijando-o, mordiscando-o, lambendo-o até que senti aquele líquido quente a bater-me na cara e nos lábios.
Realmente o calor da lenha é divinal. O homem recebeu o dinheiro do trabalho e saíu sem sequer saber seu nome, mas garanto-vos que irei comprar mais lenha e mais depressa do que contava!