Olá, sou a Cáty, tenho 27 anos e vou deixar-vos aqui o testemunho do que se passou comigo no dia 23 de abril.
Abril águas mil, assim diz o velho ditado e de facto não estava errado. Estava a ser um mês bastante chuvoso mas felizmente que nestes últimos dias o sol lembrou-se de dar um arzinho da sua graça. Há três dias que não chovia e estava um dia bastante agradável com a temperatura a rondar os 24 º Celsius. Como não podia deixar de ser havia que aproveitar a folga a meio da semana e nada melhor para retirar as humidades que um solzinho à beira mar, sem as tradicionais confusões de Verão. Se assim o pensei mais depressa o fiz, vesti o bikini, peguei no pareo, carro e aí fui eu até às areias da praia do Furinho.
Ao chegar à praia deixei fechar os olhos e aquele ar fresco de maresia abraçou-me de uma forma que só quem é apaixonada por ele é que consegue definir. Um dos ambientes que mais me excita, a areia, o mar, o calor, os corpos desnudados. Não sei definir mas naquele dia estaria quase de certeza sozinha, ou não...
Que bom sentir aquela sensação da areia fria nos pés, como esperava a praia estava deserta não tendo sido difícil escolher um sítio para estender a toalha, depois de instalada, deitei-me virada para o mar a apreciar tão belo elemento. Teriam passados uns 30 minutos quando vejo uma mulher, talvez com uns quarenta anos, também sozinha a deslocar-se na minha direção e estendeu a toalha a uns 100 metros da minha, não tenho tendências homossexuais mas confesso que fixei o olhar nela enquanto se despia e ao ver o seu corpo quase desnudado um estranho arrepio percorreu-me o corpo, dei comigo a pensar que estaria louca.
Mas nem tudo na vida é perfeito e só então me apercebi que tinha deixado o isqueiro no carro e ter que lá ir buscá-lo era tarefa que não me estava nada a apetecer desempenhar mas o vício é terrível, foi então que me apercebi que a dita mulher tinha acendido um cigarro o que fez que depois de alguma hesitação me deslocasse até ela para lhe pedir lume.
Aquele corpo visto de perto era ainda mais atraente e não pude deixar de reparar nas suas linhas que eram muito bem definidas, tenho um corpo bastante interessante na minha opinião mas o daquela mulher em nada ficava atrás do meu. Pedi-lhe lume, ao que ela acedeu de imediato e em tom muito simpático convidou-me a trazer a toalha para ao pé dela, uma vez que estávamos apenas as duas ali e assim e evitaria mais algumas deslocações para o mesmo efeito. Assim fiz, mudei então a minha tralha para ao pé da Teresa, assim se chamava ela. Instalei-me e ficámos as duas a olhar o horizonte e a deixar o pensamento fugir sem rédeas. De volta à Terra, puxei do romance que estava a ler e que curiosamante Teresa conhecia porque tinha sido o último livro que lera o que fez com que começássemos a trocar opiniões sobre o livro, enquanto falávamos os nossos pés já se tinham tocado algumas vezes o que embora tenha acontecido por forma casual fazia sempre com que uma sensação estranha invadisse o meu corpo. As palavras são de facto como as cerejas e a conversa derivou para o campo pessoal tendo ficado a saber que a Teresa era divorciada há cerca de 2 anos e desde aí não teria tido qualquer envolvimento com ninguém, já não me sentia sozinha,(rsrs), porque também eu tinha acabado uma relação fazia agora 6 meses e desde aí, nada. Dei comigo a pensar que parecia uma pessoa bastante interessante, mas o sol a bater-me na pele chamou-me de novo à realidade e peguei no protetor, fator 50 porque não brinco em serviço e comecei a espalhá-lo nos braços, cara e pernas mas todas nós sabemos que um par de mãos extra dá sempre jeito para pôr o creme nas costas e aí entrou Teresa perguntando se queria ajuda nesse sentido. Aceitei de imediato mas não sem antes lhe perguntar se ela se incomodaria se eu tirasse a parte de cima do bikini ficando assim com as minhas maminhas à mostra. Claro que não me importo foi a resposta dela. E assim começou de forma definitiva o meu desnorteio, aquelas maõs a a percorrer o meu corpo fez com que ficasse num estado de excitação tal que até receei que a humidade que me assolou se tornasse visível. Foi então a minha vez de retorquir o gesto e Teresa sentou-se à minha frente para que lhe passasse também o protetor, as minhas mãos ao tocar o seu corpo provocou-lhe um arrepio que não pude deixar de observar o que me levou a crer que a sensação de excitação seria recíproca. Ao passar o creme nas costas e sem nada perguntar desapertei-lhe a parte superior do bikini tendo provocado uma reação de proteção em Teresa que rápidamente tapou as suas mamas, mas ao referir-lhe que não estava mais ninguém ali e que poderiamos estar à vontade, ela anuiu deixando à mostra um par de mamas lindo!! Não havia dúvida que também ela estava a ficar descontrolada, talvez pelo ambiente ou por falta de sexo, não sei. O que sei foi que se deitou de barriga para cima e eu continuei a espalhar-lhe o creme pelo corpo e a dada altura já não havia controlo algum e até aquelas mamas eu massagei de forma suave fazendo com que um suspiro se soltasse dos seus lábios, nesse momento pediu-me para parar mas eu não acedi e ela acabou por render-se às minhas investidas o que fez com que de forma discreta a minha mão se introduzisse na sua tanga e ao tocar de leve naqueles lábios pude constatar que não estaria menos molhada que eu. Estava quebrada a barreira e naquele momento também já ela me tocava nos bicos tesos das minhas mamas ao mesmo tempo que se ajeitava para que pudesse chegar-lhes com a sua língua.Olhámos em volta e a praia estava de facto deserta mas ainda assim colocámos os chapéus de forma a que olhares indiscretos não nos alcancessem. De lado para ela e enquanto me sugava os bicos a minha mão arredou a sua tanga ao mesmo tempo que os meus dedos entravam naquela gruta rapadinha fazendo com que a sua respiração ficasse totalmente descontrolada. Estava completamente encharcada e as nossas línguas começaram a envolver-se como se não houvesse amanhã, agora era eu que lhe chupava aquelas mamas lindas e era ela que enfiava um dedo dentro de mim fazendo-me quase vir de imediato. Estávamos as duas loucas e sem duvída a precisar de um momento assim, coisa que os nossos corpos já não sentiam fazia algum tempo. Subi para cima de Teresa e arredando-lhe a tanga comecei a beijar aqueles lábios inchados de tanta tesão ao mesmo tempo que a minha língua tocava o seu clitóris, naquela altura também já sentia a minha cona invadida pela língua de Teresa e a sensação foi tal que quase ao mesmo tempo nos viémos enchendo as respetivas bocas com o sabor de cada uma de nós. Das sensações mais fantásticas que tive na vida, foi a nossa primeira experiència com mulheres mas posso afiançar-vos que foi das coisas mais fantásticas que tive na vida.
Obviemente não nos despedimos sem antes trocar os contactos e ainda hoje nos encontramos, eu e a minha amiga Teresa, e apesar de termos agora relações estáveis não deixamos de aproveitar os momentos em que estamos juntas porque prazer como aquele não temos de outra forma, a diferença é que de vez em quando juntamos os nossos companheiros à festa.